O que são os novos ETFs Bitcoin e como funcionam

Por 17/01/2024
17/01/2024


ETFs de decisãoforma extremamente popular de os americanos investirem seu dinheiro em ações, títulos, commodities, moedas e imóveis. Assim que os ETFs de Bitcoin à vista estiverem disponíveis em empresas como Fidelity Investments e na maior gestora de ativos do mundo, BlackRock Inc., espera-se que eles atraiam pessoas que mantiveram a criptografia à distância até agora.

1. O que é um ETF Bitcoin à vista?

ETFs, uma indústria de US$ 7 trilhões, investem ou replicam o desempenho de uma cesta de ativos ou índice. Comprar ações de um ETF é fácil, pois elas são negociadas publicamente em bolsa o dia todo. Os recém-aprovados ETFs à vista de Bitcoin irão, na verdade, reter Bitcoin, em contraste com produtos existentes que investem em futuros de Bitcoin – contratos para comprar ou vender um ativo a um preço específico. preço em data posterior. A SEC rejeitou ETFs Bitcoin à vista na última década.

2. Como funciona um ETF Bitcoin?

Os novos ETFs Bitcoin, diretamente ou por meio de terceiros, compram e mantêm tokens suficientes para garantir as ações que emitem. Essas ações acompanham os altos e baixos do preço à vista do Bitcoin, de acordo com índices fornecidos por empresas como a CF Benchmarks. Isso permite que os investidores obtenham exposição ao token virtual sem a necessidade de comprar e armazenar Bitcoin com segurança ou em uma bolsa. Os emitentes trabalham com os chamados participantes autorizados, como empresas comerciais ou grandes bancos, que criam e resgatam ações no ETF conforme o mercado exige. Enquanto isso, os formadores de mercado estão disponíveis para comprar e vender ações de ETF em uma tentativa de manter o preço do fundo o mais vinculado possível ao desempenho do Bitcoin.

3. Por que os reguladores resistiram por tanto tempo a um ETF Bitcoin?

Além de suas preocupações com liquidez e manipulação, os reguladores expressaram preocupação de que a volatilidade do Bitcoin possa ser muito intensa para os investidores comuns – o Bitcoin ganhou 60% em 2021, perdeu 64% em 2022 e mais que dobrou em 2023. A SEC também questionou se os fundos teriam as informações necessárias para avaliar adequadamente tokens como o Bitcoin, incluindo se poderiam validar quem possui as moedas subjacentes. Em 2021, o presidente da SEC Gary Genslertestificou ao Comitê Bancário do Senado que a falta de supervisão regulatória e vigilância na criptografia mercados levaram a “preocupações sobre o potencial de fraude e manipulação”. Recentemente, em 9 de janeiro, Gensler publicou na plataforma social X que os ativos criptográficos representam “sérios riscos”. Na tentativa de dissipar algumas das preocupações da SEC, a BlackRock e outros emissores propuseram os chamados acordos de compartilhamento de vigilância, uma forma de mitigar o risco de manipulação e fraude. Coinbase Inc., a única exchange de criptomoedas à vista de capital aberto e pura nos EUA, emergiu como parceira preferida de vigilância de mercado dos emissores de ETF.

4. O que vem a seguir?

Os emissores já estão pensando em quais outras criptomoedas poderiam obter aprovações para um ETF à vista. Ether e XRP surgiram como alguns dos candidatos potenciais com mais novidades.

 

Fonte: bloomberg

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