Smart Contracts: descubra o seu potencial

14/08/2021


O conceito de smart contracts permitiu transformar os processos tradicionais para assinatura em etapas práticas, eficientes e seguras. 

Versáteis, os contratos inteligentes podem ser usados para troca de dinheiro, propriedade, informação ou qualquer outro item que as pessoas considerem apropriado para uma negociação.

O que são smart contracts?

É um contrato digital autoexecutável que usa a tecnologia para garantir que os acordos firmados serão realmente efetuados.

Antes da emissão desse documento, as cláusulas e consequências são programadas. Então, quando as partes fecham o acordo, as exigências são ativadas automaticamente, facilitando a cobrança e o acompanhamento dos processos.

A validação das regras do contrato é feita através de uma tecnologia que acompanha os dados compartilhados de alguma ou de ambas as partes do acordo, conhecida como blockchain. E com as informações atualizadas automaticamente no acordo, as devidas ações são executadas sem o risco de uma alteração ou fraude.

Qual o objetivo desses contratos?

O principal objetivo é automatizar a execução segura das regras dos contratos permitindo o acompanhamento digital dos acordos desde o início, com a geração do documento incluindo automaticamente dados de pagamento após a assinatura eletrônica, por exemplo.

E com o auxílio dos smart contracts, também busca-se permitir ao usuário controlar o vencimento do contrato, gerar lembretes, entre outras funções. Além disso, oferecem uma linguagem diferente do vocabulário jurídico.

Na etapa anterior a emissão do documento, as cláusulas e consequências são programadas. Quando as partes fecham o acordo por meio de um clique, automaticamente ativam-se as exigências, o que torna mais fácil a cobrança e o acompanhamento dos processos.

A validação das regras do contrato é feita pela Blockchain que acompanha os dados compartilhados e permite a comunicação direta, garantindo mais segurança em todo o processo. E essas informações inseridas no acordo são atualizadas de forma automática e todas as ações são executadas sem o risco de fraudes e alterações. Isso só é possível porque o smart contract é imutável. 

Portanto, qualquer modificação, até mesmo um erro de digitação, obriga o administrador a criar um novo contrato. 

Então, para ser considerado um smart contract, é importante que o documento siga 3 princípios básicos, que são:

1) observabilidade: habilidade de verificar se os demais cumpriram a sua parte do contrato e de provar aos outros que cumpriu a sua;

2) privacidade: apenas os responsáveis podem ter acesso à execução dos processos.

3) verificabilidade: habilidade de provar a um terceiro que o contrato foi ou não cumprido – ou a capacidade desses terceiros descobrirem esses pontos por outros meios. Como terceiros podemos entender os fiscais ou juízes, por exemplo;

Dessa forma, os contratos inteligentes conseguem formalizar negociações entre duas ou mais partes, sem a necessidade de mediadores.

Por: Sophia Müller

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