Blockchain Quorum, baseado na Ethereum, do JPMorgan irá tokenizar barras de ouro

30/10/2018


O blockchain do gigante banco JPMorgan, chamado Quorum, será usado para "tokenizar" barras de ouro. O Quorum é a versão empresarial do blockchain da Ethereum, desenvolvido pelo JPMorgan, e garantirá que os usuários operem contratos inteligentes enquanto usam regras pré-programadas para automatizá-los.

O blockchain baseado na Ethereum oferecerá aos mineradores sustentáveis a oportunidade de ganhar um prêmio no mercado global. Em um relatório no Financial Review, o desenvolvimento foi descrito como "uma indicação de novas oportunidades comerciais que a tecnologia disruptiva criará na próxima década".

Quando o blockchain entrou em cena alguns anos atrás, sua principal aplicação foi no setor financeiro, onde moedas digitais foram criadas. No entanto, a mudança de paradigma levou a diversas aplicações da tecnologia de contabilidade distribuída em outras áreas, como saúde, aviação e bancária.

O Financial Review citou Umar Farooq, chefe de iniciativas blockchain do JPMorgan, que declarou:

"Somos o único player financeiro que possui a pilha inteira, desde o aplicativo até o protocolo."

 

  • O desenvolvimento do Quorum

 

Com sede em Nova York e ativos totais avaliados em US $2,534 trilhões, o JPMorgan é facilmente o banco mais valioso do mundo por capitalização de mercado. O banco estava considerando os potenciais disponíveis no blockchain, particularmente em como poderia ajudar a eliminar custos de manutenção desnecessários e aproveitar as vantagens dos contratos inteligentes em seus negócios diários.

O blockchain Quorum foi desenvolvido através da parceria do JPMorgan com a Ethereum Enterprise Alliance. A usabilidade do Quorum em uma instalação privada de blockchain foi obtida usando a tecnologia do Core OS.

O Quorum procura tokenizar ativos com o uso da tecnologia blockchain para digitalizá-los de forma eficiente, de modo que possam mover-se em livros distribuídos. Este foi o ponto crítico de discussão na Conferência Sibos, realizada em Sydney, na Austrália, na semana passada, de acordo com a Financial Review.

O desenvolvimento ajudará a evitar a necessidade de intermediários, como uma bolsa ou um corretor. Poderia dar espaço para transações diretas entre as partes e reduzir custos e riscos de atendimento.

O banco também é um dos vários grandes bancos a considerar o lançamento de um serviço de custódia para investidores institucionais que desejam investir em criptomoedas.

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Fonte: ccn




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